Profissionais do HRT são testados para coronavírus

Servidores com sintomas ou que apresentaram síndrome gripal há 15 dias são o alvo

O hospital dispõe de aproximadamente 600 testes rápidos, que são aplicados conforme a necessidade | Foto: Breno Esaki / SES

Para prevenir e combater a proliferação do coronavírus e com foco na saúde dos profissionais que atuam nos atendimentos, a direção do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) decidiu realizar a testagem rápida para detecção do coronavírus em seus funcionários. No HRT existem hoje 600 testes rápidos, que são utilizados conforme a necessidade.

Foram reservados 200 desses testes para aplicação nos profissionais que apresentarem algum sintoma suspeito de Covid-19 ou que tenham tido síndrome gripal nos últimos 15 dias. A ação teve início nesta quinta-feira (23) . “Nosso objetivo é fazer a amostragem de quantos servidores já tiveram contato com o vírus”, explica o diretor do HRT, Wendel Alves.

Para os que apresentam algum sintoma mais agudo de gripe, é colhida a amostra de material por meio do teste swab nasal, cujo resultado é enviado ao Laboratório Central (Lacen-DF). Os profissionais sintomáticos são atendidos individualmente pelo fluxo de Covid vertical, criado no HRT. As pessoas que coletam a amostra atendem paramentadas com todos os equipamentos de proteção individual (EPIs).

Procedimento de rotina

“Essa medida já ocorre constantemente desde o início da pandemia”, informa Wendel Alves. “Esses servidores [os que testam positivo] são orientados a ficar em casa por sete dias e depois a retornar para avaliação. Caso ainda não tenham se recuperado totalmente, ficam mais sete dias de atestado.”

O  médico patologista Thiago Fernandes, que trabalha no HRT há nove anos, aprova a medida. “Acho muito importante fazer os testes para ter uma ideia da dimensão da pandemia entre os profissionais da saúde”, diz. “Às vezes tem alguém no setor com algum sintoma gripal e a gente acaba ficando com medo de ter tido contato com o coronavírus, mas agora conseguimos saber se isso ocorreu ou não.”

Assim como Thiago, a técnica de enfermagem do pronto-socorro Daiana Ferreira avalia como fundamental essa ação para conscientizar sobre a necessidade de ter mais cuidados. “Estamos na linha de frente do atendimento ao paciente, então é importante fazer esse teste, até para a gente se resguardar e se proteger mais ainda”, diz. “Se for positivo, [a pessoa testada deve] ficar em casa e se tratar como puder; se der negativo, ótimo”.

Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

Fonte: Agência Brasília

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