BRB sai das páginas policiais e se torna um dos bancos que mais crescem

Paulo Henrique Costa, presidente da instituição, é o responsável pelo crescimento

No Distrito Federal, o Banco de Brasília (BRB) está vivendo uma fase espetacular. Desde 2019, quando o governador Ibaneis Rocha assumiu o mandato e indicou Paulo Henrique Costa para presidir a instituição, o BRB entrou numa crescente.

Em 2020, foi feito um acordo com o Flamengo, onde o Banco liderou ações sociais e econômicas na pandemia e passou a valer R$ 7,2 bilhões. O que representa um crescimento de 500%. O BRB entrou em outras searas e está se fortalecendo digitalmente.

Mas nem sempre foi assim, o BRB já passou por grandes crises financeiras, políticas e policiais.

No inicio do governo, o governador Ibaneis Rocha teve que apresentar à Justiça Federal medidas tomadas internamente para recuperar a reputação do BRB. O GDF contratou auditoria, substituiu diretores, superintendentes e os integrantes do Conselho de Administração para garantir que a entidade não se envolvesse em mais escândalos de corrupção.

Bezerra de ouro

Quem se lembra do caso da “Bezerra de Ouro”, que envolveu o ex-governador Joaquim Roriz. A operação foi considerada ilegal pelo Sistema Financeiro Nacional, levantando a suspeita de lavagem de dinheiro.

Operação Aquarela

Nessa operação, o Ministério Público acusou um ex-presidente do Banco de celebrar contratos de patrocínio de equipes automobilísticas sem licitação, entre 2003 e 2006, durante o governo Roriz.

Operação Circus Maximus

A operação Circus Maximus foi instalada para desarticular uma organização criminosa instalada no BRB desde 2014, passando pelos governos Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg. A Polícia Federal apura suposto pagamento de propinas a diretores e ex-diretores do Banco de Brasília em troca de investimentos em projetos.

Para Paulo Henrique, o maior desafio foi o de “entrar num banco que tinha sido alvo de uma operação policial”.

Ainda bem que essa fase foi superada e o BRB segue crescendo, ponto para Ibaneis, Paulo Henrique e a população do DF.

Fonte: Conectado ao Poder

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