Ronaldo Caiado não vê vantagem em privatizações

Por Milton Gonçalves

A Companhia Energética de Goiás – Celg, considerada a maior empresa do centro-oeste depois de privatizada só deixou dívidas para o tesouro do estado de Goiás

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), concedeu entrevista para a Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e do Entorno (ABBP), na tarde desta quinta-feira (17)

Como explicou Caiado, depois que a maior empresa de Goiás foi vendida por R$ 1,2 bilhões, o governo estadual teve que assumir uma dívida da Celg com a Caixa Econômica Federal de R$ 6 bilhões junto ao BNDES, pagando taxa de juros escorchantes e o povo goiano teve que arcar com essa dívida.

Por isso que Goiás esta entre os quatro estados com o maior volume de endividamento e quadro fiscal, considerado de altíssimo risco.

O governante passado transferiu todas as dívidas da empresa para o  Estado  e renunciou  impostos, dinheiro que está fazendo falta na saúde, segurança pública, educação e etc.. Aos goianos restou estas dívidas, o aumento das tarifas e os apagões, disse Caiado.

O governador relatou, que no passado o dinheiro de privatizações era possivelmente usado para fazer projeto político de partido, e que muito dinheiro foi desviado dos cofres públicos estaduais. Citou como exemplo mais de 400 obras inacabadas em Goiás, como IML, creches, Corumbá 4, as rodovias do estado e o escape da pista de pouso do aeroporto de Anápolis construído sem nenhum padrão normativo e fiscalização.

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