Jon Jones responde fãs sobre caso de doping no UFC e alega inocência: ‘Não sou trapaceiro’

20160718234431946159aFlagrado em exame antidoping realizado pela USADA em 16 de junho, fora do período de competição para luta contra Daniel Cormier no UFC 200, Jon Jones se manifestou sobre o resultado divulgado nesta segunda-feira pela Comissão Atlética de Nevada, em Las Vegas. Pego com duas substâncias bloqueadoras de estrogênio e suspenso preventivamente, ‘Bones’ se defendeu e disse que não agiu por má fé.

Jon Jones foi questionado por fãs no Twitter sobre o uso dos bloqueadores de estrogênio, que podem ser usados como forma de recuperação depois de um ‘ciclo’ de esteroides. O campeão interino dos meio-pesados, substituído por Anderson Silva no duelo contra Daniel Cormier no UFC 200, disse que seu único erro no episódio foi não ter se prevenido do risco.

“Vou abrir minha situação para o público assim que eu descobrir o que aconteceu. Já mandei os produtos para um laboratório, não tenho nada a esconder”, escreveu Jon Jones em resposta a um fã no microblog. Em outra postagem, ‘Bones’ admitiu que errou ao não evitar que o pior ocorresse. Mas ele descartou qualquer má intenção.

“Não me excluam de nada, sei do fundo do meu coração que não sou um trapaceiro. Confio no sistema para me ajudar a provar isso”, escreveu o lutador. “Não quero me fazer de vítima. Se sou vítima de alguma coisa, é da minha própria ignorância. E, sim, isso poderia ter sido evitado”, postou Jones, em resposta a outro tuite de fã.

Como não é o primeiro caso de doping de Jon Jones no UFC, dificilmente ele escapará de uma punição mais severa. Em 2015, ele testou positivo para uso de cocaína, em resultado divulgado depois da vitória no primeiro duelo contra Daniel Cormier, quando ainda era campeão linear. Na ocasião, ‘Bones’ foi apenas multado pelo UFC e não foi suspenso.

Afastado preventivamente pela Comissão Atlética de Nevada, Jon Jones pode ser punido por até dois anos, pelo fato de ser reincidente, segundo as normas da política antidoping da USADA, que tem o respaldo do UFC para aplicar sanções aos lutadores.

Fonte: Superesportes

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