Flagrado em cassino, Gabigol faz acordo para extinguir processo

Jogador do Flamengo foi flagrado em 14 de março em cassino com 150 pessoas na capital paulista. Ministério Público propôs que atleta pague 100 salários mínimos em troca da extinção do processo de crime contra a saúde pública

A ida de Gabigol ao cassino clandestino, no dia 14 de março, na Zona Sul de São Paulo, teve consequências. O jogador do Flamengo aceitou, nesta segunda-feira, um acordo com a Justiça de São Paulo para pagar 100 salários mínimos – o equivalente a cerca de R$ 110 mil – por ter descumprido o distanciamento social durante a quarentena. A informação foi dada inicialmente pelo G1.

O acordo determina que Gabigol pague 100 salários mínimos ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente em troca da extinção do processo de crime contra a saúde pública. A audiência com Gabigol estava marcada para o dia 20 de abril, mas a Justiça a adiou por conta da partida contra o Vélez Sarsfield no mesmo dia em que ocorreria seu depoimento. 

Um decreto do governo estadual proíbe aglomerações, abertura de restaurantes à noite e eventos fechados durante a pandemia de Covid-19. De acordo com o juiz Fabricio, a suspeita da realização de jogos de azar dentro do prédio onde funcionava o cassino clandestino ainda será investigada pela polícia.

PALAVRAS DE GABIGOL

Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, no dia 14 de março, o jogador disse que foi ao cassino convidado por amigos para jantar e que só joga videogame. Ele reconheceu, no entanto, que faltou “sensibilidade” ao ir ao local durante a quarentena.

– Acho que faltou um pouquinho de sensibilidade, mas sempre usando máscara, sempre com álcool em gel. Realmente, quando eu percebi que tinha um pouquinho mais de gente, eu estava indo embora – falou Gabigol.

Fonte: Esporte News mundo

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