Carrasco, Osasco elimina o Brasília Vôlei, pela segunda vez, na Superliga Feminina

20160314234232674382iA história se repete dois anos após a primeira eliminação do Brasília Vôlei na Superliga Feminina. Nesta segunda-feira (14/3), a torcida voltou a lotar o Ginásio Sesi, em Taguatinga, mas assistiu ao mesmo adversário daquela decisão, em 2014, despachar as brasilienses logo no segundo jogo das quartas de final. O Osasco assume papel de carrasco das candangas depois de vencer pela 11ª vez em todas as oportunidades que se enfrentaram e ainda eliminar, novamente, o representante do DF — desta vez, por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/18 e 25/14.

O Brasília Vôlei começou nervoso a segunda partida das quartas de final. No primeiro lance, a levantadora Macris sacou na rede. Logo, as paulistas abriram três pontos. A torcida, então, assumiu o protagonismo — como de costume em Taguatinga. Embaladas, as donas da casa empataram em 3 x 3. Até os 15 pontos, a bola custava a cair. Não que as ponteiras Paula Pequeno, do time brasiliense, e a cubana Carcaces, do lado paulista, tenham economizado nas pancadas. Mas as defesas proporcionaram ralis emocionantes. No fim do set, no entanto, as visitantes dispararam para fechar em 25 x 18.

Na parcial seguinte, as donas da casa continuaram mostrando garra em quadra. Mas a qualidade técnica do adversário – com quatro atletas da Seleção Brasileira, além de Carcaces, da seleção cubana – era superior. E o placar se repetiu: 25 x 18. O terceiro e último set foi o menos equilibrado. Mesmo quando o jogo já estava praticamente perdido, a torcida não perdeu o bom humor. “Vai perder para o Rio” foi o som de fundo da despedida candanga da competição, já escolhendo para quem vai torcer na provável decisão das semifinais.

O desfecho da partida desta segunda-feira foi o mesmo do ano de estreia do Brasília Vôlei na Superliga. A caminhada de ambas as equipes nesta temporada, porém, foi bem diferente. Em 2014, o time candango era o único calouro a se classificar para os play-offs, beliscando a oitava e última vaga. Daquele elenco, apenas a bicampeã olímpica Paula Pequeno permaneceu no time que classificaria em quinto neste ano. Do outro lado, seis jogadoras da equipe atual compunham aquele Osasco que fechou a primeira fase como único invicto e, de quebra, batia o recorde histórico de vitórias em sequência, com 27 triunfos até então. Nesta edição, no entanto, a quarta posição deixou a desejar.

“O coletivo foi muito melhor do que nos outros anos. Senti que o time deu mais liga e enfretou as dificuldades com mais afinco”, comenhta a capitã do Brasília Vôlei, Paula Pequeno. “A gente sabe que o Osasco sempre monta times fortes para ser campeão e dentro de quadra tentamos, mas não fomos eficientes o quanto precisávamos”, avaliou a ponteira bicampeã olímpica.

Mais quartas de final

O Praia Clube empatou as quartas de final com o Sesi-SP, nesta segunda-feira, após vencer por 3 sets a 0, com parciais de 18/25, 25/20, 21/25 e 15/25. Rio de Janeiro x Pinheiros, às 19h, e Minas x Rio do Sul x Minas, às 21h30, completam a segunda rodada, na terça-feira (15/3), com transmissão do SporTV.

Fonte: www.df.superesportes.com.br

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here