Carille faz balanço sobre trabalho no Corinthians e elege seu maior erro no clube

Fábio Carille teve uma passagem vitoriosa no Corinthians, com sucesso e títulos importantes logo em seus primeiros anos de trabalho. Em 2019, entretanto, os maus resultados e o fraco desempenho da equipe renderam a sua demissão. Nesta sexta-feira, o treinador relembrou o período no clube e fez uma autocrítica sobre os erros em seu trabalho

“Em 2019, o maior erro foi ter mudado demais o time na vontade de acertar. Ainda aquela questão de sofrer um pouco para que desse liga, um entrosamento maior, eu não tive. Foi um aprendizado de um momento difícil, o primeiro da minha carreira em três anos. Então o maior erro meu foi mudar demais, não a forma de jogar, mas as peças. Fui tirando a confiança dos jogadores e é algo que eu não voltarei a fazer”, declarou Carille em entrevista ao Bandsports.Luizinho, o “Pequeno Polegar”, nasceu e cresceu na Zona Leste. Veloz e driblador, ele disputou 604 partidas pelo Timão. Com a camisa alvinegra, o ex-jogador conquistou o Campeonato Paulista em 1951, 1952 e 1954, e o Rio-São Paulo em 1950, 1953 e 1954 (Foto: Acervo/Gazeta Press)Cláudio, também conhecido como “Gerente”, é o maior artilheiro da história do Corinthians. Ele anotou 305 gols em 550 jogos pelo Timão. Além disso, o ex-jogador conquistou o Campeonato Paulista em 1951, 1952 e 1954, e o Rio-São Paulo em 1950, 1953 e 1954 (Foto: Acervo/Gazeta Press)Formado nas categorias de base do Corinthians, Rivellino é um dos grandes craques da história do futebol mundial. Campeão da Copa do Mundo de 1970 com a Seleção Brasileira, ele não conquistou muito pelo Timão. Apesar disso, Riva é um dos maiores ídolos do clube alvinegro (Foto: Acervo/Gazeta Press)

Uma das principais críticas que Carille recebeu durante o tempo em que ficou no Timão dizia respeito ao seu estilo de jogo pragmático. Com equipes mais defensivas, ele foi chamado muitas vezes até de “retranqueiro”. O treinador, entretanto, citou os trabalhos de 2017 e 2018 para rebater as críticas e argumentar que seu time também jogava com qualidade com a posse da bola.

“Em relação a 2017, não era o time que ficava mais tempo com a bola, mas foi o time que mais trocou passes no Brasileiro. As equipes adversárias ficavam mais com a bola, só que a gente, no campeonato, foi o time que mais trocou passe. Então entrou a questão do trabalho, da aproximação, da triangulação, aquelas ideias que o Tite conseguiu implantar em 2015 e eu trouxe ali, deu liga”

Fonte: Gazeta Esportiva

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