Para Ronaldo Queiroz os R$ 2,6 milhões destinados para empregar no combate à Covid-19 não foram bem empregados

Para Ronaldo Queiroz, candidato à Prefeitura de Alexânia, o momento mais difícil ainda não é o atual

Indagado se estamos vivendo o pior momento para o Brasil, Ronaldo Queiroz (PTB) diz o pior ainda está por vir. “Está bem complicado, mas, a partir de 2021, vamos ter cortes de benefícios socioassistenciais, vamos ter os desdobramentos da pandemia e coisa do tipo. Vai ser muito mais complicado”, acredita o político.

Segundo ele, quem assumir as prefeituras na próxima gestão vai ter desafios de proporções gigantescas para encarar. “Talvez seja a maior crise econômica do século”, alerta.

Ronaldo lembra que sua segunda gestão em Alexânia, de 2013 a 2016, foi pior que o momento atual.  “Estávamos passando por destituição de presidente, o que gerou crise econômica e crise política. Foram dias complicados”, conta.

Naquela época, apesar de tudo aquilo, o gestor conseguiu cumprir com os compromissos junto a fornecedores e principalmente com os salários dos servidores públicos municipais. “Esse mandato não está tendo isso. Temos uma pandemia, mas os governos estaduais e federal estão colaborando com todas as cidades”, pondera Ronaldo.

Alexânia recebeu R$ 2,6 milhões para empregar no combate à Covid-19. Porém, na opinião de Ronaldo, a verba não foi corretamente empregada. “Eu teria testado toda a população. Assim, saberíamos quem tem a doença e já encaminharíamos para o tratamento. A atual gestão está perdida”, aponta. “Faltou gestão e política pública desde o início”, completa.

Fonte: ConectadoaoPoder

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