Rodrigo Santoro fala ao Metro sobre sua atuação na comédia ‘Golpe Duplo’

20150312_SP13_Rodrigo-SantoroRodrigo Santoro se diz pleno com o momento em que vive. O ator conversou com o Metro Jornal por ocasião do lançamento de “Golpe Duplo”, no qual vive um empresário do automobilismo que se cruza com a dupla de trapaceiros vivida por Will Smith e Margot Robbie. (Veja trailer no fim do texto)

Como foi ter Will Smith como adversário no longa?
A experiência foi fantástica. Muito especialmente por causa do Will, porque ele traz para o set uma energia positiva e muito contagiante. Eu já tinha trabalhado com esses diretores [Glenn Ficarra e John Requa] em “O Golpista do Ano” (2009). São duas figuras incríveis. Às vezes, eu terminava a cena e o Will falava alguma coisa e o diretor não cortava. A gente estava numa cumplicidade…

Defina seu personagem.
Garríga é divertido. No filme a gente fala o tempo todo da manipulação do que você está vendo, se é verdade ou não. Em inglês, o filme se chama “Focus”, que é a coisa do ilusionista. O mágico chama a sua atenção para essa mão, enquanto trabalha com a outra, e de repente sai um coelho. Então, eu achei o tema interessante. Meu personagem é um camarada muito preocupado com imagem e a sua reputação.

O que mudou na sua carreira de 2009 para cá?
Muita coisa. A sensação que eu tenho é de continuidade. Procuro a cada trabalho aprender e crescer. No ano passado, emendei um trabalho atrás do outro. Foi muito bom, mas difícil também. E já virei o ano no Deserto do Atacama [onde filmou “The 33”, sobre os 33 mineiros chilenos que ficaram 69 dias soterrados]. Passei dois meses lá. Depois fiz “Domínio”, sobre o Dylan Thomas, um poeta inglês, com John Malkovich no elenco. E tem a série “The Westworld” [da HBO, que estreia em outubro].

A experiência de viver Jesus, no remake de “Ben-Hur”, está sendo interessante?
Acho uma responsabilidade do tamanho do mundo, é um personagem arquétipo, fortíssimo. É um remake do clássico, a história não é centrada em Jesus. Mas só a possibilidade de vivenciar e de tentar compreender um pouco o que ele passou…

Você faz 40 anos em agosto. O que espera do futuro?
Estou tranquilo. O que eu penso é continuar fazendo as minhas coisas.

Fonte: Gislandia Governo – Metro Rio

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