Hospital de Campanha do Estádio Mané Garrincha alcança a marca de 1,5 mil altas

O Hospital de Campanha do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha comemorou o número de 1.530 altas domiciliares na tarde deste feriado de 7 de setembro. Somente nesta segunda-feira, 33 pacientes puderam voltar para casa com a saúde restituída e junto aos seus familiares

Pacientes demonstram gratidão pelos cuidados dos profissionais de saúde

O Hospital de Campanha do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha comemorou o número de 1.530 altas domiciliares na tarde deste feriado de 7 de setembro. Somente nesta segunda-feira, 33 pacientes puderam voltar para casa com a saúde restituída e junto aos seus familiares.

Chegada da primavera simolizou as 1,5 mil altas do Hospital de Campanha – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

A veterinária Priscila Naira Souza Capuzo foi buscar seu pai, João Capuzo Filho, que ficou hospitalizado 17 dias, a maior parte no hospital de campanha. Nesse período de internação João fez aniversário, completou 75 anos, e agora a família planeja celebrar com um culto de ação de graças.

O reencontro do paciente João Capuzo com a filha Priscila – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

“A gente vai fazer um culto de ação de graças pela vida do meu pai e confraternizar com os familiares. Mas a primeira coisa quando chegar em casa é tomar um café, o que ele tanto gosta” contou a moradora de Arniqueiras. Na família de Priscila todos tiveram a Covid, mas somente João ficou internado.

Paciente número 1.500

Capuzo simbolizou o paciente de número 1.500 a receber alta domiciliar. Ainda com dificuldades de fala e para respirar, João conseguiu agradecer e elogiar os profissionais da saúde que cuidaram dele. “Fui muito bem recepcionado. São excelentes”, resumiu em poucas palavras ansioso pelo encontro com a família.

A saída foi marcada pela emoção e ansiedade dos familiares em revê-los após dias de afastamento – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

Para celebrar a marca das 1,5 mil altas foi montada uma árvore de ipê amarelo com placas contendo o nome de cada um dos pacientes que passaram pela unidade. “Para nós não tem preço poder devolver esses pacientes para as suas famílias curados, recuperados. São 1.500 vidas que ajudamos a recuperar, salvamos”, comemora a médica Anna Carolina Erbesdobler.

O hospital

O hospital recebeu os primeiros pacientes em 22 de maio com o foco em leitos de retaguarda, ou seja, para pacientes menos graves e em recuperação. A média de permanência na unidade é de 11 dias. A estrutura está equipada com 197 leitos, sendo 173 de enfermaria adulto, mais 20 de suporte avançado e quatro de emergência.

Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

Cada paciente que recebe alta é conduzido de cadeiras de rodas até a família, que aguarda do lado de fora do estádio. Durante o percurso toca a música de escolha de cada paciente. Nesta tarde, as músicas tinham um tema que se destacou: de agradecimento, fé e esperança.

EDIÇÃO: JOHNNY BRAGA

REVISÃO: JULIANA SAMPAIO

Fonte: Saude.DF

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