Clima quente no Buriti. Saúde, DER e administração direta já estão em greve

O clima esquentou na Praça do Palácio do Buriti na manhã desta quinta-feira (8/10). Pelo menos cinco mil servidores, segundo a Polícia Militar, se reuniram em frente à sede do governo local. As categorias fizeram assembleias em separado e a maioria delas decidiu entrar em greve por tempo indeterminado. Saúde, administração direta e servidores do DER aderiram ao movimento. Já os professores anunciaram a paralisação a partir do dia 15.

Os servidores da Saúde foram os primeiros a aderir à paralisação geral. Garantem que só voltam ao trabalho quando o Governo do DF pagar o reajuste salarial. São 23 mil funcionários ao todo.

Servidores da administração direta e do DER também cruzaram os braços, assim como os dentistas da rede pública. Juntos, somam mais de 45 mil servidores. A partir desta sexta-feira (9/10), vão organizar piquetes nas portas no Anexo do Buriti, unidades do Na Hora e em outros órgãos para evitar a entrada de servidores.

Os professores e auxiliares da rede pública do DF entraram em estado de greve. Os docentes vão aderir ao movimento grevista no dia 15, Dia do professor. Já os auxiliares, fazem nova assembleia no dia 19. Algumas categorias não podem entrar em greve imediatamente. A legislação obriga um prazo para avisar previamente ao GDF. Apenas aquelas categorias que já tinham decretado indicativo de greve podem cruzar os braços imediatamente.

Rafaela Felicciano/MetrópolesDurante o protesto, os servidores gritavam “Servidor na rua, Rollemberg a culpa é sua”. “É greve! Estamos em movimento unificado para lutar pelos nossos direitos. Brasília vai parar”, garantiu Ibrahim Yousef, presidente do Sindireta.

Reajuste
O reajuste salarial foi aprovado durante a gestão de Agnelo Queiroz (PT) no comando do GDF e deveria ser pago em três parcelas. Alegando não ter dinheiro em caixa, o governador Rollemberg disse que poderia iniciar o pagamento em maio de 2016. As 32 categorias que seriam beneficiadas não aceitaram.

Os funcionários da área da Saúde fizeram um funeral simbólico do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e saíram em cortejo da Câmara Legislativa até o Buriti. Durante a manhã, o trânsito foi fechado no Eixo Monumental. Às 12h foi totalmente liberado.

Rafaela Felicciano/MetrópolesDurante o protesto, os servidores gritavam “Servidor na rua, Rollemberg a culpa é sua”. “É greve! Estamos em movimento unificado para lutar pelos nossos direitos. Brasília vai parar”, garantiu Ibrahim Yousef, presidente do Sindireta.

Reajuste
O reajuste salarial foi aprovado durante a gestão de Agnelo Queiroz (PT) no comando do GDF e deveria ser pago em três parcelas. Alegando não ter dinheiro em caixa, o governador Rollemberg disse que poderia iniciar o pagamento em maio de 2016. As 32 categorias que seriam beneficiadas não aceitaram.

Os funcionários da área da Saúde fizeram um funeral simbólico do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e saíram em cortejo da Câmara Legislativa até o Buriti. Durante a manhã, o trânsito foi fechado no Eixo Monumental. Às 12h foi totalmente liberado.

Fonte: Metrópoles

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